Friday, September 21, 2012

The depredations of the Staphylococcus

From: Public Health Image Library
“Among the more chastening chapters in the annals of microbiological research is the story of our apparently dismal failure to control the depredations of the staphylococcus.”
The above quote, by Canadian microbiologist Claude Dolman, remains as true today as when he wrote it in 1955. Each time I attend on our busy ID consult service, I’m astonished again at how very nasty, and how very common, is S. aureus. Earlier this week we saw a patient with a confusing clinical presentation (confusing to me, anyway). At the end of the day, as we were going back over plausible etiologies for his symptoms, I said, “it’ll probably end up being just another presentation of invasive S. aureus disease”. As I was saying those words, his admission blood cultures were turning positive for….yes, S. aureus (in this case, methicillin-susceptible S. aureus). At any given time, I’d say about half the patients on our consult service have invasive S. aureus disease (evenly divided between community-acquired and “community-onset healthcare-associated”).

If you type “aureus” into the IDWeek online program planner, you’ll get 170 matches. That’s a lot of learnin’ you could do about S. aureus epidemiology, diagnosis, treatment and prevention! So if you haven’t yet signed up, please join us next month in San Diego.


1 comment:

  1. Bom dia,

    É fato comprovado. Infecção hospitalar mata, e muito, todos os anos. Boas práticas em higiene pessoal, limpeza de ambientes e utensílios utilizados para atendimento a clientes/pacientes são medidas preventivas eficientes, porém dentro de um processo contínuo, em que um grande número de pessoas são envolvidas e que também envolve equipamentos e acessórios médicos/hospitalares de áreas distintas, o risco de contaminação cruzada cresce de uma forma intensa, por que o volume de atendimentos são altos. Dessa forma os aditivos antimicrobianos ou antibacterianos incorporados em resinas plásticas, tecidos e tintas durante a fabricação, podendo ser um bem descartável ou durável mostram o seu valor de uso. Esses aditivos aliados às boas práticas ampliam a barreira de proteção quanto à contaminação cruzada, reduzindo a contaminação cruzada e consetuente infecção hospitalar , mas nunca abandonando as normas recomendadas de limpeza e procedimentos.
    Um bom aditivo antimicrobiano tem as funções bactericida e bacteriostática. Um produto eficiente também deverá eliminar além das bactérias, os bolores, as leveduras e os vírus. Os benefícios dessas tecnologias são amplos, é preciso saber quantificar e monetarizar os resultados para que possam ser comparados com o acréscimo dos custos. A tradicional relação CUSTO X BENEFICIO é que apontará a posição financeira. Por que quanto chegamos a palavra final CUSTOS, aumento de CUSTOS surge o impasse! Certamente todo aditivo agrega um custo na matéria prima por que ele trará um resultado desejado, nesse momento conte com uma alternativa econômica, eficiente e duradoura, consulte a Provida Antimicrobianos, site www.provida.ind.br, nele você encontrará 03 linhas de antimicrobianos para tintas e resinas plásticas, a linha de antimicrobianos orgânicos "Nanoclean 80 e Nanoclean 500", a linha de antimicrobianos inorgânicos "Nanoclean Glass" produzido com silver glass (íons de prata em matriz vítrea) e a terceira linha inédita no mercado o antimicrobiano 100% natural "Nanoclean Active" desenvolvido para transformar embalagens convencionais em embalagens ativas, produzido com ácidos orgânicos (100%). Das 3 linhas de produtos certamente uma resolverá o seu problema de microrganismos com eficiência e economia. Você encontrará também no www.provida.ind.br várias matérias técnicas sobre plásticos, boas práticas, bactérias, fungos, bolores, leveduras e vírus. Além de ter acesso a várias matérias de institutos ligados à saúde e a indústria alimentícia.
    Att.
    Rúbio Ribas

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